MOVIMENTO SE LIGA ACS.
O Grande questionamento que devemos nos fazer é:
O quê falta para a unicidade de nossa Categoria em nosso Município?
Na minha opinião, os ACS devem se ater a bandeira de luta da categoria,
a solução imediata é a nossa união,pois a união é o oxigênio que
impulsiona quaquer luta, é lamentável constatar que poucos ACS querem
fazer parte dessa luta em prol da criação do cargo público e nossa
regulamentação funcional.
ACS do Município do Rio de Janeiro estamos
no momento da interatividade das redes sociais,e devemos usar as
ferramentas da internet para nos comunicar mais sobre temas de interesse
da categoria.
Se você ainda não faz parte da luta, junte-se a nós.
MOVIMENTO SE LIGA ACS. foi criado com o objetivo de promover a União entre os Agentes Comunitários de Saúde, buscando uma convivência com equilíbrio e transparência. Visando que a nossa União não deva acontecer somente em um momento de crise,mas deve ser permanente.
terça-feira, 22 de abril de 2014
domingo, 13 de abril de 2014
Junto com as ACS Patricia Monteiro e Tatiana Santiago no Curso de Educação Popular em Saúde na Feuc Campo Grande/RJ.
Apresentando nosso Trabalho sobre "Problematização" , abordando que com Ação ; Atitude ; Abnegação e Otimismo conseguiremos ultrapassar todos os problemas que surgirem em nosso dia a dia.
sábado, 5 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Quarta, 02 Abril 2014 13:19
Henrique Alves diz que vai negociar piso salarial para agentes de saúde
O presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN),
afirmou nesta quarta-feira (2) que irá negociar com o governo a
aprovação de um projeto de lei que estabelece um piso salarial para
agentes comunitários de saúde, matéria que desagrada o Palácio do
Planalto devido às despesas que pode gerar nas contas públicas. Alves
não informou a data provável da votação da proposta, que desde 2013 vem
sendo adiada.
Na próxima semana, a Câmara fará um "esforço concentrado" para votar projetos de apelo popular que, segundo Henrique, representam "pauta da sociedade". Com o ano parlamentar mais curto, devido às eleições de outubro, os deputados correm contra o tempo para avançar em matérias que há meses aguardam o destrancamento da pauta da Casa para serem analisadas.
De acordo com Alves, projetos como o dos agentes de saúde e o que estabelece a carga de trabalho de 30 horas semanais para os auxiliares de enfermagem ficarão pendentes à espera de negociação com o Executivo. "Esses dois projetos, eu vou cuidar. Pessoalmente, [vou] negociar com o governo uma saída para que possa também decidir sobre essa questão. São questões pendentes", disse Alves.
Ele dise que a proposta que beneficia os auxiliares de enfermagem aguarda votação há 14 anos na Câmara. "Vou dizer ao governo, com toda compreensão possível, que procure chegar a um entendimento, porque é uma pauta que a Casa quer votar. Agente de saúde, igualmente. Desde 2013 há dificuldades orçamentárias, eu sei. Mas a ideia é fazer um ajuste para que possa ser uma coisa gradual, respeitosa. Essa Casa também quer votar", disse.
Pelo projeto dos agentes comunitários, o piso salarial da categoria seria de R$ 950 em 2013, mas com reajustes conforme a inflação nos anos seguintes. Atualmente não há um mínimo salarial estabelecido por lei, mas o governo federal repassa por meio de portaria R$ 950 por mês aos municípios para cada agente comunitário. O Executivo quer que os municípios também tenham que arcar com parte do aumento que terá de ser repassado.
Ao G1, o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), advertiu na última semana que poderia obstruir as votações em plenário caso a matéria fosse colocada em pauta. "Os mecanismos de obstrução são múltiplos e variados. Qualquer exagero paralisa a Câmara", declarou o líder.
Esforço concentrado
Após a reunião de líderes desta terça, o presidente da Câmara afirmou que os parlamentares listaram cerca de 30 projetos que podem ser votados na próxima semana. A intenção de Henrique Alves é que haja votação de segunda a sexta-feira. Tradicionalmente, as sessões deliberativas no Legislativo federal ocorrem apenas nas terças e quartas-feiras. Para votar as matérias, é necessário analisar duas medidas provisórias que trancam a pauta atualmente.
"A gente pode tentar até segunda-feira limpar essa pauta. Se não [for assim], na segunda à tarde e à noite completaríamos [a votação as medidas provisórias] e nos outros dias os projetos da sociedade. A Casa tem que recuperar o tempo perdido e votar esse projetos", declarou Alves.
Na lista de matérias para serem colocadas em votação nos próximos dias estão o projeto que regulamenta o funcionamento de casas noturnas, que ganhou repercussão após o acidente na boate Kiss, em Santa Maria (RS), o que torna a corrupção crime hediondo e o que regulamenta a emenda constitucional que amplia o direito de empregadas domésticas, que completa um ano sem regulamentação.
"A PEC de empregadas domésticas, fizemos uma festa bonita e nacional [em 2013, quando foi aprovada]. Todo mundo se abraçou e se emocionou. E até agora, zero. A regulamentação, para colocá-la em funcionamento e aplicável, não se pode votar na Casa [devido ao trancamento da pauta]", disse. "Há uma demanda de uns trinta projetos, que discutimos agora por consenso. É um milagre todos os partidos em torno disso. Votaremos a partir de segunda", completou.
Na próxima semana, a Câmara fará um "esforço concentrado" para votar projetos de apelo popular que, segundo Henrique, representam "pauta da sociedade". Com o ano parlamentar mais curto, devido às eleições de outubro, os deputados correm contra o tempo para avançar em matérias que há meses aguardam o destrancamento da pauta da Casa para serem analisadas.
De acordo com Alves, projetos como o dos agentes de saúde e o que estabelece a carga de trabalho de 30 horas semanais para os auxiliares de enfermagem ficarão pendentes à espera de negociação com o Executivo. "Esses dois projetos, eu vou cuidar. Pessoalmente, [vou] negociar com o governo uma saída para que possa também decidir sobre essa questão. São questões pendentes", disse Alves.
Ele dise que a proposta que beneficia os auxiliares de enfermagem aguarda votação há 14 anos na Câmara. "Vou dizer ao governo, com toda compreensão possível, que procure chegar a um entendimento, porque é uma pauta que a Casa quer votar. Agente de saúde, igualmente. Desde 2013 há dificuldades orçamentárias, eu sei. Mas a ideia é fazer um ajuste para que possa ser uma coisa gradual, respeitosa. Essa Casa também quer votar", disse.
Pelo projeto dos agentes comunitários, o piso salarial da categoria seria de R$ 950 em 2013, mas com reajustes conforme a inflação nos anos seguintes. Atualmente não há um mínimo salarial estabelecido por lei, mas o governo federal repassa por meio de portaria R$ 950 por mês aos municípios para cada agente comunitário. O Executivo quer que os municípios também tenham que arcar com parte do aumento que terá de ser repassado.
Ao G1, o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), advertiu na última semana que poderia obstruir as votações em plenário caso a matéria fosse colocada em pauta. "Os mecanismos de obstrução são múltiplos e variados. Qualquer exagero paralisa a Câmara", declarou o líder.
Esforço concentrado
Após a reunião de líderes desta terça, o presidente da Câmara afirmou que os parlamentares listaram cerca de 30 projetos que podem ser votados na próxima semana. A intenção de Henrique Alves é que haja votação de segunda a sexta-feira. Tradicionalmente, as sessões deliberativas no Legislativo federal ocorrem apenas nas terças e quartas-feiras. Para votar as matérias, é necessário analisar duas medidas provisórias que trancam a pauta atualmente.
"A gente pode tentar até segunda-feira limpar essa pauta. Se não [for assim], na segunda à tarde e à noite completaríamos [a votação as medidas provisórias] e nos outros dias os projetos da sociedade. A Casa tem que recuperar o tempo perdido e votar esse projetos", declarou Alves.
Na lista de matérias para serem colocadas em votação nos próximos dias estão o projeto que regulamenta o funcionamento de casas noturnas, que ganhou repercussão após o acidente na boate Kiss, em Santa Maria (RS), o que torna a corrupção crime hediondo e o que regulamenta a emenda constitucional que amplia o direito de empregadas domésticas, que completa um ano sem regulamentação.
"A PEC de empregadas domésticas, fizemos uma festa bonita e nacional [em 2013, quando foi aprovada]. Todo mundo se abraçou e se emocionou. E até agora, zero. A regulamentação, para colocá-la em funcionamento e aplicável, não se pode votar na Casa [devido ao trancamento da pauta]", disse. "Há uma demanda de uns trinta projetos, que discutimos agora por consenso. É um milagre todos os partidos em torno disso. Votaremos a partir de segunda", completou.
Refletindo Sobre a Situação dos Agentes
Comunitários de Saúde do município do Rio de Janeiro, cheguei à conclusão de
que isso tudo acontece por que somos todos coniventes com essa situação, de que
adianta clamar que estamos indignados por não sermos efetivados, se não temos
nenhuma ação para mudar esse quadro, pois até o momento não surgiu nenhuma ação
da nossa parte, e nisso somos cúmplices desse descaso.
Nós não teríamos que correr atrás do apoio de
um vereador ou até de uma "benevolência" da prefeitura, sê
estivéssemos unidos, pois além de ACS somos cidadão , eleitores e formadores de
opiniões, vamos exercer eficazmente o nosso papel... Unidos geramos esperança
de mudança.
Hoje vejo o Barco do ACS à deriva e
soçobrando, mas creio que um dia o verei singrar nas "águas" da
esperança, convergindo para o "oceano" da vitória.
Amigo (a)s vamos ter uma postura ativa e
decisiva para que tudo isso mude.
Um Forte Abraço.
Jefferson Fernandes
Nosso trabalho de Visitas Domiciliares,ás vezes é cansativo , mas no final acaba sendo gratificante,pois quando recebemos e percebemos esse retorno dos nossos assistidos é muito legal.
Ser agente Comunitário de Saúde é uma experiência nova a cada dia.
Mesmo sem ser efetivado e nem se quer ter o Cargo Público criado pelo meu município,amo o que faço,
me dedico ao meu trabalho, é sempre procuro dar uma resposta positiva as demandas dos meus assistidos.
Jefferson Fernandes
Ser agente Comunitário de Saúde é uma experiência nova a cada dia.
Mesmo sem ser efetivado e nem se quer ter o Cargo Público criado pelo meu município,amo o que faço,
me dedico ao meu trabalho, é sempre procuro dar uma resposta positiva as demandas dos meus assistidos.
Jefferson Fernandes
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