segunda-feira, 7 de outubro de 2013

4 de Outubro de 2013 - 9h29
João Ananias destaca Dia do Agente Comunitário de Saúde

O deputado federal João Ananias (PCdoB-CE) solicitou, na Tribuna da Câmara, votos de congratulações aos agentes comunitários de saúde pela passagem do dia da categoria comemorado nesta sexta-feira, dia 4 de outubro. “Todas as homenagens que fizermos ainda são poucas diante de todo o serviço prestado por eles à saúde pública em nosso País”, destacou.

Como militante da justa causa do Piso Salarial dos ACS e Agentes de Combate às Endemias, João Ananias lamenta que o Projeto tramite na Câmara há muitos anos. “É o mínimo que devemos fazer para premiar merecidamente a quem tanto se dedica a nobre bandeira da saúde da família, no Brasil. É colocar em votação o PL 7495/2006”, observou.

Discurso na íntegra

Solicito votos de Congratulações aos Agentes Comunitários de Saúde, pela passagem do seu dia. Não poderia deixar de destacar o dia do Agente Comunitário de Saúde, que será sexta feira, dia 4 de Outubro próximo. Todas as homenagens que fizermos ainda são poucas diante de todo o serviço prestado por eles à saúde pública em nosso País.

Falo na condição de médico do Programa de Saúde da Família e ex gestor da Secretaria de Estado da Saúde do Ceará da importância que representam na Atenção Básica do SUS. Toda a demanda reprimida do sistema, seja em relação à imunização, pré-natal, aos hipertensos e diabéticos, diminuiu por conta do trabalho complementar dessa operante categoria. Além do agendamento das visitas médicas domiciliares aos que não podem deslocar-se até as Unidades Básicas de Saúde, que no passado ficavam privados da atenção à saúde.

Milito nesta justa causa do Piso Salarial dos ACS e Agentes de Combate as Endemias, que há tantos anos tramita aqui, por entender que é o mínimo que devemos fazer para premiar merecidamente a quem tanto se dedica a nobre bandeira da Saúde da Família, no Brasil. Depois de tantas vindas e idas à Brasília, em vão, o Presidente Henrique Alves novamente pautou a votação do PL 7495/2006, para o dia 23 de setembro. Tomara que não surjam novos percalços, como acontece.

Tive a honra de ser Secretário de Saúde do meu Estado, quando colocamos mais de 9 mil Agentes Comunitários de Saúde, na folha de pagamentos, regularizando e resolvendo de uma vez por todas uma situação que também se arrastou por muitos anos. Hoje, no Ceará, a insegurança faz parte do passado em função da decisão do Governador Cid Gomes, operada por nós na SESA.

Solicito, ao concluir minha fala, que esta Casa estenda a todos os Agentes Comunitários do Brasil, votos de congratulações, por mim solicitados, pela passagem do seu dia. Peço que meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação desta Casa, principalmente na Voz do Brasil.

Fonte: Assessoria do deputado federal João Ananias (PCdoB-CE)
07/10/2013 11h17m

Agentes comunitários de saúde cobram mudança para regime estatutário


"Estatutário Já". Essa foi a mensagem que os agentes comunitários de saúde e de vigilância ambiental entoaram na manhã desta sexta-feira (4), em sessão solene da Câmara Legislativa em comemoração ao dia nacional das duas categorias. Dezenas de profissionais lotaram o plenário e as galerias a fim de pressionar o governo local para garantir, em lei, a mudança do regime de trabalho de celetista para estatutário. O evento foi proposto pelo deputado Dr. Michel (sem partido), que reforçou a necessidade de a reivindicação ser atendida o mais rápido possível. "A Câmara Legislativa já fez a sua parte, aprovando proposta de emenda à Lei Orgânica (PELO)", destacou."Vocês são as categorias de agentes públicos que menos ganham no DF. Até hoje foram esquecidos, mas a luta tem que continuar até a vitória", enfatizou. O parlamentar ressaltou que sempre cobra do governador Agnelo Queiroz o atendimento do pleito. "Não adianta dizer que vai fazer isso no futuro. Tem que fazer agora", pregou. Dr. Michel parabenizou os agentes de saúde sustentando que todos em Brasília conhecem o trabalho da categoria para garantir a prevenção de doenças como dengue, hantavirose e hipertensão.
Sindicalistas foram unânimes em dizer que, no dia dedicado aos agentes comunitários de saúde e de vigilância ambiental, os homenageados não têm o que comemorar. "Nossa luta é histórica. Temos que ser reconhecidos como estatutários, pois quando se fala na criação de um modelo de saúde pública essa proposta passa por nós. Não podemos ser tratados de forma desigual, somos das poucas categorias que têm o trabalho previsto na Constituição como fundamental para a saúde pública", defendeu o presidente do Sindicato dos Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde e Agentes Comunitários de Saúde do DF (Sindivacs), Aldemir Domício.
Também o sindicalista Etieno de Sousa lamentou o fato de as categorias homenageadas ainda não terem sancionada a lei que garante o regime estatutário. Ele comentou que isso trará mais segurança aos trabalhadores, melhor remuneração e reconhecimento da jornada de trabalho de 20 horas semanais, como foi estendido para todos os servidores da saúde no DF. "Não podemos continuar sendo humilhados dentro da Secretaria de Saúde", criticou. Sousa reivindicou, ainda, aumento do quadro de agentes e oferta de cursos de qualificação.
Luta - Ao enfatizar seu apoio à luta dos agentes de saúde, a deputada distrital Celina Leão (PDT) disse que a data celebrada hoje deve ser considerada "muito mais um dia de luta, do que uma dia para se comemorar". Ela comentou que o secretário Wilmar Lacerda já se manifestou favorável à mudança do regime das categorias e que a sanção da lei deve ser cobrada pelas categorias envolvidas. "Cada centavo investido em prevenção evita que milhares de reais sejam gastos com as doenças", afirmou Celina, em reconhecimento ao trabalho dos agentes .
A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) também parabenizou os trabalhadores homenageados, lembrando que aquela reivindicação já deveria ser sido atendida "para a construção de uma nova lógica do sistema de saúde pública". Erika aproveitou a solenidade para condenar o fato de que atualmente o DF não pode fazer nem concurso público nem contratações para agentes de saúde. "A maior parte do Brasil já tem esses profissionais como estatutários", alertou.
Câmara Legislativa do Distrito Federal

domingo, 6 de outubro de 2013

Comemoração Pelo Dia Nacional do ACS no C.M.S Edgard Magalhães Gomes em Inhoaíba/RJ dia 04.10.2013





Comemoração pelo Dia Nacional do ACS no C.M.S  Edgard Magalhães Gomes em Inhoaíba/RJ.04.10.2013

terça-feira, 9 de abril de 2013

    
BONDADE
Ninguém nasce odiando outra pessoa
pela cor de sua pele,
ou por sua origem, ou sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender,
e se elas aprendem a odiar,
podem ser ensinadas a amar,
pois o amor chega mais naturalmente
ao coração humano do que o seu oposto.
A bondade humana é uma chama que pode ser oculta,
jamais extinta.
Nelson Mandela

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

domingo, 17 de fevereiro de 2013

GRANDE MOBILIZAÇÃO NACIONAL DA SAÚDE


Esse evento interessa a todos, não apenas os profissionais da SAÚDE. No dia 7 de abril, estaremos visitando site, blog, Twitter, Facebook etc., ligados as Secretarias de Saúde do país (tanto na esfera municipal quanto estadual e Ministério da Saúde) para manifestar o nosso descontentamento com a SAÚDE pública. Não podemos ficar indiferentes com a atual situação que, vai desde a falta de medicamentos ao desvio de recursos públicos.

Os profissionais da saúde estarão manifestando sua indignação, também, pela precariedade laborativa, vínculos precários (no caso de mais de 40% dos agentes de saúde em todos o Brasil), desvio do incentivo repassado aos municípios pelo Ministério da Saúde, não aprovação do PISO NACIONAL etc. Os profissionais da enfermagem (auxiliares e técnicos de enfermagem e enfermeiros) se posicionarão principalmente pelas 30 horas de trabalho.

Atenção blogueiros da SAÚDE, coloque um banner da GRANDE MOBILIZAÇÃO em seu blog. A categoria conta com a sua fidelidade ao movimento, nesse momento!

Essa causa é de todos!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

gentes comunitários renovam diretoria de associação em Pilar

Os agentes comunitários de saúde em Pilar elegeram nova diretoria da Associação da categoria no Município, evento ocorrido nesta ultima sexta-feira, 8 de fevereiro. Foi eleita para mandato de dois anos a nova diretoria, composta por Josélia Vicente da Silva, Presidente, Evanio Teixeira, vice-presidente, Eliene Firmino, Secretária, e Luziana no cargo de Tesoureira.



A Associação dos Agentes Comunitários de Saúde de Pilar é uma entidade sem fins lucrativos e de direito privado. “A nova diretoria foi escolhida de forma democrática, transparente e com maioria dos votos, com o objetivo de lutar para a ampliação das ações dentro do âmbito da saúde, fortalecendo o vínculo nas estâncias públicas no nível municipal estadual e nacional, com o intuito de defender os interesses da classe”, afirmou Josélia Vicente, a presidente eleita. Uma das metas da nova diretoria é renovar parceria com a Federação Estadual dos Agentes Comunitários de saúde. “Desejamos também dar mais publicidade aos assuntos de nossa categoria na imprensa, reforçar e desenvolver ações que elevem a auto estima e a respeitabilidade da categoria”, finalizou Josélia.



Andréia Dumont, ex-presidenta da associação,  declarou que passa o cargo com a consciência do dever cumprido, e que fez o possível pela categoria. “Estou feliz, pois a nova diretoria é composta de companheiros muito competentes”, garantiu ela.




A presidente eleita, Josélia Vicente, comentou que a nova gestão terá o desafio de erguer e ampliar ações que estavam um pouco esquecidas, renovando o compromisso da associação de recuperar sua credibilidade. “Conto com o companheiro Evanio Teixeira, pessoa de boa relação com os mais diversos órgãos e autoridades, pois isso facilitará o nosso trabalho”, disse ela.


(Foto e reportagem: Evanio Teixeira) 

Divulgação: Mobilização Nacional dos Agentes de Saúde - MNAS

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

LULA, CIRO GOMES E EDUARDO CAMPOS: ONTEM, HOJE E AMANHÃ!

1. Ciro Gomes concorria a presidente em 2006 de forma muito competitiva. Foi convencido a desistir a favor de Lula, que corria riscos com a candidatura dele. Lembre-se que no primeiro turno Lula venceu Alckmin por 42% a 37% dos votos emitidos.

2. Em 2009, Lula convenceu a Ciro Gomes transferir seu domicílio eleitoral para São Paulo. Cogitava-se uma candidatura de Ciro Gomes ao governo de S. Paulo com apoio do PT. Ciro Gomes acreditou e transferiu o domicílio. Ele havia sido em 2006 o deputado federal (Ceará) com a maior votação proporcional no Brasil.

3. Passado o prazo limite de um ano antes da eleição, não se falou mais nisso e Ciro Gomes ficou sem mandato, chupando o dedo e sem possibilidade de retornar seu titulo para o Ceará, pois seu irmão é governador e ele é inelegível. Um golpe cínico de Lula em Ciro Gomes. Lembre-se.

4. Agora, Lula volta à cena. Tenta seduzir o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, com a isca de vice-presidente. Mais uma tentativa ilusionista que até poderia pegar se não houvesse o precedente Ciro Gomes, de seu próprio partido. É evidente que o PMDB não abrirá mão de seu presidente Michel Temer como vice. E agora, comandando o Congresso, nem pensar.

5. O que quer Lula? Elementar. Quer distrair Eduardo Campos, tirar dele o foco de 2014, eliminá-lo da pré-campanha, para que em 2014 ele descubra que era tudo uma farsa. Mas aí não dará mais tempo para construir sua pré-campanha. Depois da farsa com Ciro Gomes, é claro que Eduardo Campos não entrará nessa nova farsa.

PREFEITURA DO RIO-CARNAVAL 2011: EMPRESA QUE FEZ BAILES RECEBEU 2 MILHÕES E GANHOU 3!

(Folha de SP, 06) 1. A Justiça do Rio de Janeiro bloqueou R$ 2,2 milhões dos organizadores dos Bailes da Cidade, realizados no Carnaval carioca de 2011. Entre os seis réus está o presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, o empresário Luís Calainho e sua empresa, L21, e a cervejaria Schincariol, patrocinadora dos bailes.

2. A decisão do desembargador Custódio Tostes levou em conta um pedido do Ministério Público estadual revelando que a L21, organizadora dos eventos, recebeu da Riotur R$ 2 milhões sem licitação para realizar um baile com cobrança de ingressos, rendendo à L21 R$ 3 milhões.

3. Foi descoberto ainda que a L21, cujo sócio majoritário é o empresário Luís Calainho, tem sede no endereço de sua casa no bairro de Moema, em São Paulo. A empresa não tem funcionários registrados e seu capital social é de R$ 1 mil. Para o Ministério Público, percebe-se evidente fraude.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Notícias
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UGT-MS intermedia negociação com Executivo Municipal pelos servidores
A participação do presidente da União Geral dos Trabalhadores ( UGT-MS), Fábio Alex Salomão Bezerra foi fundamental nas negociações entre o SISEM –Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande e o novo gestor da Capital para evitar que os agentes comunitários de saúde entrassem em greve, especialmente no momento em que Campo Grande enfrenta uma epidemia de dengue.


Tão logo o novo prefeito foi empossado, sem ter muito conhecimento sobre um projeto denominado “Oito horas por metas” que o sindicato vinha executando com os agentes comunitários de Saúde com bons resultados para o servidor e para a população, o novo secretário determinou que fosse encerrado, criando um clima de enfrentamento que poderia culminar numa greve muito nociva para a nova gestão no combate ao mosquito em momento de epidemia.


Com muita habilidade nas negociações, o presidente da UGT, Fábio Bezerra conseguiu organizar algumas reuniões entre o presidente do Sisem, Marcos Tabosa e membros do alto escalão da prefeitura nos bastidores e conseguiu contornar um problema que não tinha solução aparente.


Com boa penetração nas esferas políticas da Capital e do Estado, Fábio Bezerra, encontrou no ouvidor da prefeitura, Ulisses Duarte um parceiro com forte influência junto ao prefeito Alcides Bernal e desta forma foi possível fazer um acordo político em benefício de todos. O acordo firmando mantém o projeto “Oito horas por metas” para mais de 600 agentes comunitários de saúde por um período de três meses e depois será avaliada sua extensão para outras categorias, promovendo com essa ação maior integração entre servidores e o Executivo.


A boa articulação entre o Sisem e o Executivo Municipal, através da UGT, criou um clima muito favorável que proporcionou uma reunião já agendada para o dia 18 de janeiro na sede da UGT, entre o novo prefeito de Campo Grande Alcides Bernal e a diretoria da União Geral dos Trabalhadores, com o intuito de trocar informações e articular projetos de fortalecimento dos trabalhadores da base da UGT, incluindo neste rol os servidores municipais de Campo Grande.
 

Fonte: UGT - 18/01/201

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013


25/01/2013 13h18 - Atualizado em 25/01/2013 13h35

Agentes de Saúde ameaçam parar atividades por falta de pagamento

Servidores fizeram protesto na sede da Secretaria de Saúde de Maceió.
Contratados reclamam que benefícios estão atrasados há cerca de um ano.

Do G1 AL
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Agentes reclamam o não pagamento de benefícios (Foto: Henrique Pereira/G1)De acordo com os agentes, benefícios e 13º salário estão atrasados. (Foto: Henrique Pereira/G1)
Agentes comunitários de Saúde e de Endemias fizeram um protesto na porta da Secretaria de Saúde de Maceió na manhã desta sexta-feira (25), contra o não pagamento de benefícios. Segundo representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social e Trabalho no Estado de Alagoas (Sindprev), a ação tem como objetivo a reivindicação dos valores referentes à insalubridade e à produtividade, que eles alegam não receberem há cerca de 1 ano. Além disso, os representantes também alegam que alguns servidores ainda não receberam o 13º salário de 2012.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a prefeitura já está providenciando o pagamento do 13º salário. Sobre o pagamento dos benefícios atrasados, a assessoria da SMS informou que um levantamento está sendo feito para que a situação seja regularizada.
Agentes fazem protesto na Secretaria de Saúde de Maceió (Foto: Henrique Pereira/G1)Categoria promete paralisar as atividades caso não
haja o pagamento. (Foto: Henrique Pereira/G1)
O agente de endemias Lourival Marques, que também é membro do sindicato, explica que os agentes trabalham diretamente com o uso de produtos químicos, fator que põe em risco a saúde de todos. Os benefícios relativos à produtividade, que também fazem parte da remuneração dos agentes também não foram pagos. “Nós trabalhamos, fazemos nossa parte. Não estamos reclamando nenhuma coisa do outro mundo, só aquilo a que temos direito”.
Ainda segundo Lourival, em conversa com o Coordenador Geral de Epidemiologia, Celso Tavares, foi dito aos agentes que o pagamento ainda não aconteceu por conta da falta de verba. Ele conta que um novo protesto será realizado na próxima segunda-feira (28), e que, caso a situação não seja resolvida até a quarta-feira (30), os agentes irão parar as atividades.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


UTESF.

União dos Trabalhadores da

Estratégia Saúde da Família.

http://utesf.blogspot.com

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

 DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA - DAB Tel: 3306-8044 

Coordenação-Geral de Acompanhamento e Avaliação 
Tel: 3306-8088 

Coordenação-Geral da Área Técnica de Saúde Bucal 
Tel: 3306-8056 

Programa Nacional de Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus 
Tel: 3306-8052 

Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição 
Tel: 3448-8004 

Coordenação-Geral da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS 
Tel: 3306-8030 

Coordenação-Geral de Gestão da Atenção Básica 
Tel: 3306-8505 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

PISO SALARIAL DOS ACS E INCENTIVO DE FINAL DE ANO





PORTARIA Nº 459, DE 15 DE MARÇO DE 2012.
Fixa o valor do incentivo de custeio referente à implantação de Agentes
Comunitários de Saúde. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, e Considerando a Portaria nº 2.488/GM/MS, de 21 de outubro de 2011, que aprova a Política Nacional da Atenção Básica e dispõe como responsabilidade do Ministério da Saúde, a garantia de recursos financeiros para compor o financiamento da atenção básica; e,
Considerando a necessidade de revisar o valor estabelecido para o incentivo de custeio referente às equipes de Saúde da Família, às equipes de Saúde Bucal e aos Agentes Comunitários de Saúde, resolve: Art. 1º Fica fixado em R$ 871,00 (oitocentos e setenta e um reais) por Agente Comunitário de Saúde (ACS) a cada mês, o valor do incentivo financeiro referente aos ACS das estratégias de Agentes Comunitários de Saúde e de Saúde da Família. Parágrafo único. No último trimestre de cada ano será repassada uma parcela extra, calculada com base no número de ACS registrados no cadastro de equipes e profissionais do Sistema de Informação definido para este fim, no mês de agosto do ano vigente, multiplicado pelo valor do incentivo fixado no caput deste artigo.
Art. 2º Os recursos orçamentários, de que trata esta Portaria, correrão por conta do orçamento do Ministério da Saúde, devendo onerar o Programa de Trabalho 10.301.2015.20AD - Piso de Atenção Básica Variável - Saúde da Família. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir da competência janeiro de 2012.
ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA

Orientações importantes para a vacinação do adulto e idoso.

(1)  vacina hepatite B (recombinante): oferecer aos grupos vulneráveis não vacinados ou sem comprovação de vacinação anterior, a saber: Gestantes, após o primeiro trimestre de gestação; trabalhadores da saúde; bombeiros, policiais militares, civis e rodoviários; caminhoneiros, carcereiros de delegacia e de penitenciarias; coletores de lixo hospitalar e domiciliar; agentes funerários, comunicantes sexuais de pessoas portadoras de VHB; doadores de sangue; homens e mulheres que mantêm relações sexuais com pessoas do mesmo sexo (HSH e MSM); lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, (LGBT); pessoas reclusas (presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de menores, forças armadas, dentre outras); manicures, pedicures e podólogos; populações de assentamentos e acampamentos; potenciais receptores de múltiplas transfusões de sangue ou politransfundido; profissionais do sexo/prostitutas; usuários de drogas injetáveis, inaláveis e pipadas; portadores de DST.
A vacina esta disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) para as pessoas imunodeprimidas e portadores de deficiência imunogênica ou adquirida, conforme indicação médica.

(2)  vacina adsorvida difteria e tétano - dT (Dupla tipo adulto): Adultos e idosos não vacinados ou sem comprovação de três doses da vacina, seguir o esquema de três doses. O intervalo entre as doses é de 60 (sessenta) dias e no mínimo de 30 (trinta) dias. Os vacinados anteriormente com 3 (três) doses das vacinas DTP, DT ou dT, administrar reforço, dez anos após a data da última dose. Em caso de gravidez e ferimentos graves antecipar a dose de reforço sendo a última dose administrada a mais de cinco (5) anos. A mesma deve ser administrada no mínimo 20 dias antes da data provável do parto. Diante de um acaso suspeito de difteria, avaliar a situação vacinal dos comunicantes. Para os não vacinados, iniciar esquema com três doses. Nos comunicantes com esquema incompleto de vacinação, este deve ser completado. Nos comunicantes vacinados que receberam a última dose há mais de 5 anos, deve-se antecipar o reforço.


(3)  vacina febre amarela (atenuada): Indicada aos residentes ou viajantes para as seguintes áreas com recomendação da vacina: estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais e alguns municípios dos estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para informações sobre os municípios destes estados, buscar as Unidades de Saúde dos mesmos. No momento da vacinação considerar a situação epidemiológica da doença. Para os viajantes que se deslocarem para os países em situação epidemiológica de risco, buscar informações sobre administração da vacina nas embaixadas dos respectivos países a que se destinam ou na Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado.  Administrar a vacina 10 (dez) dias antes da data da viagem. Administrar dose de reforço, a cada dez anos após a data da última dose.
Precaução: A vacina é contra indicada para gestantes e mulheres que estejam amamentando, nos casos de risco de contrair o vírus buscar orientação médica. A aplicação da vacina para pessoas a partir de 60 anos depende da avaliação do risco da doença e benefício da vacina.

(4)  vacina sarampo, caxumba e rubéola – SCR: Administrar 1 (uma) dose em mulheres de 20 (vinte) a 49 (quarenta e nove) anos de idade e em homens de 20 (vinte) a 39 (trinta e nove) anos de idade que não apresentarem comprovação vacinal.

(5)  vacina influenza sazonal (fracionada, inativada): Oferecida anualmente durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso.

(6) vacina pneumocócica 23-valente (polissacarídica):  Administrar 1 (uma) dose durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso, nos indivíduos de 60 anos e mais que vivem em instituições fechadas como: casas geriátricas, hospitais, asilos, casas de repouso, com apenas 1 (um) reforço 5 (cinco) anos após a dose inicial.
Orientações importantes para a vacinação do adolescente

(1)  vacina hepatite B (recombinante): Administrar em adolescentes não vacinados ou sem comprovante de vacinação anterior, seguindo o esquema de três doses (0, 1 e 6) com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose e de seis meses entre a primeira e a terceira dose. Aqueles com esquema incompleto, completar o esquema. A vacina é indicada para gestantes não vacinadas e que apresentem sorologia negativa para o vírus da hepatite B a após o primeiro trimestre de gestação.

(2)
  vacina adsorvida difteria e tétano - dT (Dupla tipo adulto): Adolescente sem vacinação anteriormente ou sem comprovação de três doses da vacina, seguir o esquema de três doses. O intervalo entre as doses é de 60 dias e no mínimo de 30 (trinta) dias. Os vacinados anteriormente com 3 (três) doses das vacinas DTP, DT ou dT, administrar reforço, a cada dez anos após a data da última dose.  Em caso de gravidez e ferimentos graves antecipar a dose de reforço sendo a última dose administrada há mais de 5 (cinco) anos. A mesma deve ser administrada pelo menos 20 dias antes da data provável do parto. Diante de um caso suspeito de difteria, avaliar a situação vacinal dos comunicantes. Para os não vacinados, iniciar esquema de três doses. Nos comunicantes com esquema de vacinação incompleto, este dever completado. Nos comunicantes vacinados que receberam a última dose há mais de 5 (cinco) anos, deve-se antecipar o reforço.

(3)  vacina febre amarela (atenuada): Indicada 1 (uma) dose  aos residentes ou viajantes para as seguintes áreas com recomendação da vacina: estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais e alguns municípios dos estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para informações sobre os municípios destes estados, buscar as Unidades de Saúde dos mesmos. No momento da vacinação considerar a situação epidemiológica da doença. Para os viajantes que se deslocarem para os países em situação epidemiológica de risco, buscar informações sobre administração da vacina nas embaixadas dos respectivos países a que se destinam ou na Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado.  Administrar a vacina 10 (dez) dias antes da data da viagem. Administrar dose de reforço, a cada dez anos após a data da última dose.
Precaução: A vacina é contra indicada para gestante e mulheres que estejam amamentando. Nestes casos buscar orientação médica do risco epidemiológico e da indicação da vacina. 

(4)  vacina sarampo, caxumba e rubéola – SCR: considerar vacinado o adolescente que comprovar o esquema de duas doses. Em caso de apresentar comprovação de apenas uma dose, administrar a segunda dose. O intervalo entre as doses é de 30 dias.


VACINAS PARA CRIANÇAS

Orientações importantes para a vacinação da criança:

(1)
  vacina BCG: Administrar o mais precoce possível, preferencialmente após o nascimento.  Nos prematuros com menos de 36 semanas administrar a vacina após completar 1 (um)  mês de vida e atingir 2 Kg. Administrar uma dose em crianças menores de cinco anos de idade (4 anos 11meses e 29 dias) sem cicatriz vacinal. Contatos intradomicíliares de portadores de hanseníase menores de 1 (um) ano de idade, comprovadamente vacinados, não necessitam da administração de outra dose de BCG. Contatos de portadores de hanseníase com mais de 1 (um)  ano de idade, sem cicatriz - administrar uma dose. Contatos comprovadamente vacinados com a primeira dose - administrar outra dose de BCG. Manter o intervalo mínimo de seis meses entre as doses da vacina. Contatos com duas doses não administrar nenhuma dose adicional. Na incerteza da existência de cicatriz vacinal ao exame dos contatos intradomiciliares de portadores de hanseníase, aplicar uma dose, independentemente da idade. Para criança HIV positiva a vacina deve ser administrada ao nascimento ou o mais precocemente possível. Para as crianças que chegam aos serviços ainda não vacinadas, a vacina está contra-indicada na existência de sinais e sintomas de imunodeficiência, não se indica a revacinação de rotina. Para os portadores de HIV (positivo) a vacina está contra indicada em qualquer situação.

(2)  vacina hepatite B (recombinante): Administrar preferencialmente nas primeiras 12 horas de nascimento, ou na primeira visita ao serviço de saúde. Nos prematuros, menores de 36 semanas de gestação ou em recém-nascidos à termo de baixo peso (menor de 2 Kg), seguir esquema de quatro doses: 0, 1, 2 e 6 meses de vida. Na prevenção da transmissão vertical em recém-nascidos (RN) de mães portadoras da hepatite B administrar a vacina e a imunoglobulina humana anti-hepatite B (HBIG), disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais - CRIE, nas primeiras 12 horas ou no máximo até sete dias após o nascimento. A vacina e a HBIG administrar em locais anatômicos diferentes. A amamentação não traz riscos adicionais ao RN que tenha recebido a primeira dose da vacina e a imunoglobulina.

(3)
  vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis e Haemophilus influenzae b (conjugada): Administrar aos 2, 4 e 6 meses de idade. Intervalo entre as doses de 60 dias e, mínimo de 30 dias.  A vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis – DTP são indicados dois reforços. O primeiro reforço administrar aos 15 meses de idade e o segundo reforço aos 4  (quatro) anos. Importante: a idade máxima para administrar esta vacina é aos 6 anos 11meses e 29 dias. Diante de um caso suspeito de difteria, avaliar a situação vacinal dos comunicantes. Para os não vacinados menores de 1 ano  iniciar esquema com DTP+ Hib; não vacinados na faixa etária entre 1 a 6 anos, iniciar esquema com DTP. Para os comunicantes menores de 1 ano com vacinação incompleta, deve-se completar o esquema com DTP + Hib; crianças na faixa etária de 1 a 6 anos com vacinação incompleta, completar esquema com DTP. Crianças comunicantes que tomaram a última dose há mais de cinco anos e que tenham 7 anos ou mais devem antecipar o reforço com dT.

(4)  vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada): Administrar três doses (2, 4 e 6 meses). Manter o intervalo entre as doses de 60 dias e, mínimo de 30 dias. Administrar o reforço aos 15 meses de idade. Considerar para o reforço o intervalo mínimo de 6 meses após a última dose.

(5)
  vacina oral rotavírus humano G1P1 [8] (atenuada): Administrar duas doses seguindo rigorosamente os limites de faixa etária:  
primeira dose: 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias. 
segunda dose: 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias.
O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda dose é de 30 dias. Nenhuma criança poderá receber a segunda dose sem ter recebido a primeira. Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação não repetir a dose.

(6)  vacina pneumocócica 10 (conjugada): No primeiro semestre de vida, administrar 3  (três) doses, aos 2, 4 e 6 meses de idade. O intervalo entre as doses é de 60 dias e, mínimo de 30 dias. Fazer um reforço, preferencialmente, entre 12 e 15 meses de idade, considerando o intervalo mínimo de seis meses após a 3ª dose. Crianças de 7-11 meses de idade: o esquema de vacinação consiste em duas doses com intervalo de pelo menos 1 (um) mês entre as doses. O reforço é recomendado preferencialmente entre 12 e 15 meses, com intervalo de pelo menos 2 meses.

(7)
  vacina meningocócica C (conjugada): Administrar duas doses aos 3 e 5 meses de idade, com intervalo entre as doses de 60 dias, e mínimo de 30 dias. O reforço é recomendado preferencialmente entre 12 e 15 meses de idade.

(8)
  vacina febre amarela (atenuada): Administrar aos 9 (nove) meses de idade. Durante surtos, antecipar a idade para 6 (seis) meses. Indicada aos residentes ou viajantes para as seguintes áreas com recomendação da vacina: estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais e alguns municípios dos estados do Piauí, Bahia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Para informações sobre os municípios destes estados, buscar as Unidades de Saúde dos mesmos. No momento da vacinação considerar a situação epidemiológica da doença. Para os viajantes que se deslocarem para os paises em situação epidemiológica de risco, buscar informações sobre administração da vacina nas embaixadas dos respectivos países a que se destinam ou na Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado.  Administrar a vacina 10 (dez) dias antes da data da viagem. Administrar reforço, a cada dez anos após a data da última dose.
(9)  vacina sarampo, caxumba e rubéola: Administrar duas doses. A primeira dose aos 12 meses de idade e a segunda dose deve ser administrada aos 4 (quatro) anos de idade. Em situação de circulação viral, antecipar a administração de vacina para os 6 (seis) meses de idade, porém deve ser mantido o esquema vacinal de duas doses e a idade preconizada no calendário. Considerar o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses

FRENTE PARLAMENTAR





A Frente Parlamentar em Defesa dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias está sendo recriada com a preocupação de mobilizar os parlamentares para congregar forças na luta:
- pela regulamentação da Emenda Constitucional nº 63 de 04 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre o regime jurídico, o piso salarial profissional nacional, as diretrizes para os Planos de Carreira e a regulamentação das atividades de Agente Comunitário de Saúde e Agente de Combate às Endemias;

- pela garantia através de políticas de incentivo e fiscalização por meio do Ministério da Saúde que os gestores Locais do SUS cumpram a Emenda Constitucional nº 51 de 14 de fevereiro de 2006 e a Lei Federal nº 11.350 de 05 de outubro de 2006, fazendo a regularização do vínculo empregatício direto de todos os Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias;
- pela implantação e conclusão do Curso Técnico dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias;

- pelo reconhecimento da atividade insalubre e do adicional de periculosidade em Lei pelo Ministério do Trabalho;

- pela ampliação da Estratégia Saúde da Família com maior valorização dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, através de capacitação via educação continuada desses profissionais;
- pela implantação de um sistema de alimentação de dados via informatização do trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, com qualificação dos mesmos e utilização de net book ou palmtops.

A Frente Parlamentar em Defesa dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias está sendo então recriada, como um instrumento de trabalho legislativo suprapartidário que unirá forças com a Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (CONACS), Sindicatos, Federações Estaduais e Associações Municipais dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, em torno das justas demandas desses profissionais que sem dúvida alguma são a mola propulsora para a consolidação, humanização e qualificação do Sistema Único de Saúde (SUS) cujo trabalho resulta no elo de ligação entre as necessidades de saúde das comunidades e o que pode ser feito para melhorar as condições de vida da população mais carente do nosso País.





FRENTE PARLAMENTAR EM 2011



Câmara e Senado lançam a Frente em Defesa dos Agentes Comunitários de Saúde e Combate às Endemias


Assessoria do MandatoFátima foi eleita vice-presidente da Frente
Fátima foi eleita vice-presidente da Frente
Foi lançada hoje (17/5) à tarde a Frente Parlamentar Mista de Apoio aos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, que tem o objetivo de apoiar a luta desses profissionais. A deputada federal Fátima Bezerra foi relatora do projeto de lei 7495/06, que trata da regulamentação do piso salarial desses profissionais, foi eleita uma das vice-presidentes da Frente. O coordenador e presidente da Frente é o deputado Valtenir Pereira (PSB/MT).

A Frente tem o objetivo de lutar pela aprovação do PL 7495/06, zelar pelo efetivo cumprimento da Emenda Constitucional 51/06, que assegura aos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias uma relação estável com o poder público; lutar pela cumprimento da lei 11.350/06, que regulamenta a carreira dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias; defender a valorização dessas duas carreiras; acompanhar a efetiva aplicação dos recursos do Programa de Promoção e Prevenção da Saúde do Ministério da Saúde e realizar estudos para a criação de um curso pedagógico para a área de atuação desses agentes.